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Última reunião do ano

Em clima de recesso, na nossa última reunião do ano (28/11/2018), contribuímos com o ensaio da apresentação para o VII Encontro Nacional das Licenciaturas (ENALIC), que aconteceu no Ceará e oito pibidianos do nosso grupo tiveram a honra de participar e levar nossa perspectiva de multiletramentos centrados no entendimento da comunidade como currículo. A partir disso, discutimos o tema da submissão do projeto no evento com relação ao nosso trabalho desenvolvido até então na Escola Estadual Onélia Campelo, por meio do diagnóstico etnográfico inicial e a esperança final de que deixaremos não só um melhoramento no índice da escola, mas também na vida dos alunos. A expectativa para o ano de 2019 no PIBID só aumenta!!!

Semana de provas

Nessa terça-feira chuvosa (27/11/2018), a escola estava em semana de provas. Observamos a aplicação das avaliações de língua portuguesa e geografia no 9º ano “B” das 7h30 às 8h30. Após o intervalo, os alunos foram liberados e os professores se dirigiram ao evento de Formação Interna, que acontece com frequência na instituição e tem por objetivo discutir a atividade docente e a vivência escolar. Foi interessante visualizar esses momentos pela perspectiva do professor!

Relatório da aula: 23/11/2018

Na última sexta-feira, 23/11/2018, a professora Edilene passou um exercício referente ao uso dos porquês. Neste dia apenas observamos as duas turmas, a do 9º ano “B” estava menor e, por isso mais fácil de trabalhar, mas tudo correu bem! Mais um dia cumprido.

Pibidianos ansiosos

Na reunião da última quarta-feira (21/11/2018), voltamos ao Diagnóstico Etnográfico ( confiram o meu aqui ), com a leitura do levantamento da escola pela visão de todos e comentários finais dos coordenadores de área, Andréa e Luiz. Esse diagnóstico final foi enviado à coordenação geral do PIBID. Entre discussões sobre a experiência no projeto até agora, surgiram ideias para utilizar na sala de aula no próximo ano letivo! Adianto aqui meu grande entusiasmo, pois começaremos em 2019 a participar, de fato, da vida e formação dos alunos, visto que nos primeiros 6 meses ocupamos a função de observadores. Vejam só: adaptação de clássicos, quadrinhos, músicas, quizzes, oficinas de leitura, contação de histórias... São muitas possibilidades! Não vejo a hora de desenvolver e pôr em prática essas ideias.

Depois das férias

Depois de alguns dias de férias, voltamos às atividades! A reunião de quarta-feira (14/11/2018) foi iniciada com a discussão do filme “Um grito de liberdade”, longa-metragem que se desenvolve a partir do Apartheid e dos movimentos de consciência negra desencadeados por ele na África do Sul nos anos 70. No debate, notamos que o filme, lançado em 1987, é muito pertinente com a situação socio-política que vivemos atualmente e nos últimos anos. A análise das cenas e da sonografia nos ajudou a compreender o encontro com diferentes culturas, vislumbrando uma teia de significados dentro da perspectiva etnográfica de acordo com Geertz (1989). Dessa forma, a coordenadora Andréa introduziu os conceitos de Descrição Densa segundo Oliveira (2013), que faz uso da etnografia numa apreensão subjetiva do significado que os sujeitos dão às suas ações, ou seja, busca entender como o outro enxerga o mundo. Fazendo referência ao filme discutido, nós estamos no PIBID como o personagem branco Donald ...

Última terça-feira de outubro

Nesta terça, 30/10/2018, a professora Edilene não pôde comparecer à escola por questões de saúde. Como não podemos entrar em sala de aula sem supervisão, utilizamos o tempo para discutir uma das atividades de base da etnografia, abordagem metodológica que utilizaremos para desenvolvermos nosso trabalho de letramento mais adiante no PIBID, sobre o filme “Um grito de liberdade”. O filme é muito bom! Trabalharemos com ele na reunião. Até lá! 

Resultado da escrita coletiva #2

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Nesta sexta (26/10/2018), ficamos em sala apenas no 9º ano “B” (ainda em decorrência dos Jogos Internos), alguns alunos leram as histórias produzidas na dinâmica que levamos na última semana, e mais uma vez: quanta genialidade! Cada dia em convivência com eles eu me surpreendo mais, sinto que os falte somente encorajamento, pois quando instigamos o escritor adormecido dentro de cada um, os resultados são incríveis! Depois da aula, ficamos na sala da coordenação conversando e lanchando com a professora Edilene, nossa orientadora.