Postagens

Resultado da escrita coletiva #1

Imagem
Nesta terça-feira (23/10/2018), a Onélia iniciou as atividades dos Jogos Internos, por esse motivo, ficamos em sala apenas com a primeira turma: o 9º ano “A”. Os alunos estavam eufóricos, mas ainda assim, a professora Edilene conseguiu acalmá-los com a reescrita e leitura das histórias criadas na nossa dinâmica de escrita coletiva. Os textos saíram muito criativos e engraçados, e ver que muitos se divertiram com a nossa ideia de atividade foi realmente satisfatório!

Dinâmica de escrita coletiva!

Imagem
A última sexta-feira, 19/10/2018, foi dia de dinâmica! Dividimo-nos em dois grupos responsáveis pela condução da atividade nas duas turmas, e desta vez eu fiquei no 9º ano “A”. O exercício de escrita coletiva foi realizado entre pequenas equipes, a partir das características de alguns bonecos que levamos. Cada grupo tinha 10 minutos para criar uma história para o boneco da vez e logo após o tempo, as figuras (e as histórias) eram trocadas. A maioria da turma estava empolgada e o decorrer da dinâmica foi divertidíssimo! Eu particularmente adoro esses momentos em que conseguimos explorar a imaginação e a criatividade dos alunos, pois inevitavelmente alguns se destacam e nós levamos o sentimento de “dever cumprido” para casa.

Relatório: 16/10/2018

A terça-feira do dia 16/10/2018 teve início no 9º ano “A”. Observamos a realização de uma atividade passada pela professora Edilene sobre orações coordenadas (sindéticas e assindéticas), períodos (compostos e simples), conjunções coordenativas e suas relações (de alternância/exclusão, adição/soma, explicação/motivo e oposição/contraste). A turma estava calma e silenciosa, mas um tanto apática, sem ânimo para responder o exercício. O plano de aula foi o mesmo no 9º ano “B”, nesta, os alunos estavam mais agitados, como também desfocados com a atividade. 

Diagnóstico etnográfico

Imagem
A Escola Estadual Onélia Campelo, localizada no bairro Santos Dumont em Maceió/AL, única de nível fundamental e médio do arredor, absorve alunos de toda a parte alta da cidade, o que implica na superlotação das salas de aula. Para exemplificar este problema, verifica-se que a média que a escola deveria comportar em séries de sextos anos seria 30 alunos por turma, mas atualmente conta com aproximadamente 50 matrículas por classe; consequentemente, a falta de carteiras representa um dos desafios diários à massa de estudantes. Apesar disso, o espaço físico escolar é grande, atendendo à necessidade dos alunos quanto a áreas de recreação, com pátios e bancos abertos e boa iluminação. Os banheiros são alocados por toda parte, mas carecem em higiene e recursos, visto que há apenas um funcionário por turno responsável pela limpeza de toda a instituição. Os estudantes também contam com laboratórios de química, física e informática, apesar deste último ser restrito a atividades espec...

1 mês no PIBID!

A reunião de quarta-feira (10/10/2018) aconteceu como um círculo de conversa, entre nós, bolsistas e os coordenadores Andréa e Luiz. Cada um relatou um pouco de suas visões nesse primeiro mês de PIBID, como estava sendo a experiência com os professores, os alunos e a escola. Isso gerou uma série de reflexões pertinentes ao exercício formador ao qual estamos inseridos, tendo como base os tantos desafios da profissão, que já observamos em tão pouco tempo no projeto. O mais interessante é compartilhar, partindo de uma mesma vivência, as mais diversas impressões entre todos os participantes!

Quinta-feira na escola

Essa semana fomos à Onélia na quinta-feira (04/10/18), normalmente iríamos na sexta, porém a escola não funcionaria nesta. Estava acontecendo o Conselho de classe, visto que o semestre letivo está terminando. Apenas observamos a discussão entre coordenadores e professores acerca do desempenho pedagógico e assiduidade dos alunos, em consequência alguns pais precisaram ser chamados. Também continuamos a coleta de dados para o diagnóstico etnográfico, desta vez percebendo as redondezas do bairro.  :)

Um dia informativo

Imagem
Nessa terça-feira (02/10/2018), meu tempo na Onélia foi dedicado à coleta de dados para a construção do diagnóstico etnográfico da escola. A atividade foi possível através da observação e fotografia de todo o espaço físico, além de conversas com alguns professores e com o coordenador, que tiraram muitas das nossas dúvidas acerca da infraestrutura, da equipe de pessoal, da efetividade do projeto político-pedagógico e das relações interpessoais entre corpo docente, discente, funcionários e comunidade. Foi muito interessante. Em breve vocês terão acesso ao diagnóstico!